Renata

Renata Rede tem 20 anos, faz aniversário no dia 19 de março e é do signo de Peixes. Nasceu e mora na cidade de São Paulo. Cursa o quinto semestre da faculdade de Letras, na USP. Estuda Português e Lingüística, assim como Japonês nas horas vagas. Possui uma lista slash de recomendação de fanfictions. Se interessa por literatura, arte, música, mitologia. Assim como todo mundo, tem uma profile no orkut. É uma grande fã do escritor Oscar Wilde, assim como de muitas outras coisas.

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Segunda-feira, Setembro 17, 2007

eu estou usando o seguinte livejournal:
http://concha_oceanica.livejournal.com

Publicado por MICHIRU KAIOH em 9:46 AM

Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

Um breve post.
Talvez agora seja a hora de eu parar minha infrutífera veia intelectual que estava caótica nos últimos tempos para me abrir para novas experiencias (algumas nem tão novas assim) que vêem à minha mente.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 9:08 PM

Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

Todas as pessoas têem direitos, acontece que quando se é minoria, a luta por cada direito é necessária, ou corre-se o risco de ser engolido pela sociedade.
*
*
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Nesse final de semana que passou eu fui para Águas de Lindóia. Foi uma viagem maravilhosa em que tudo estava lindo e perfeito. É uma cidade com um parque termal lindíssimo, e tanto sábado quanto domingo eu fui na piscina tomar Sol e viver em um final de semana o que eu pouco fiz nas minhas férias inteiras.

Whatever. O fato é que aconteceu uma situação extremamente desagradável comigo no último dia. Estávamos minha namorada, sua irmã, o namorado dela e eu na piscina. Nadamos e brincamos... como qualquer casal. Acontece que enquanto estávamos sentados no beiral da piscina, um segurança se aproxima de nós e fala: "Vocês devem maneirar aí porque houve reclamações",
"tem crianças aqui" e coisas do tipo - tudo com muito cinismo. Engraçado que nós nem mesmo nos beijamos. Armou-se o barraco no local e depois de tentarmos ser razoáveis, fomos até a diretoria para fazer a queixa na hora.

Ainda que tenhamos perdido nossa paz e o finzinho de nossas férias, foi recompensador expor meus direitos naquele lugar do interior. Foi ainda melhor saber que tenho amigos, além de uma namorada que foi muito firme, que podem ficar do meu lado e entender tão bem a situação. Foi constrangedor mas a situação foi revertida. E eu me sinto bem por saber que a cada vez que eu não baixar a cabeça eu estarei lutando não só por mim, mas por milhares de pessoas. Além disso, eu acredito que cada ato desse é uma oportunidade de mostrar nosso ponto de vista às pessoas e dar uma chance de revisar seus conceitos.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 8:06 PM

Quinta-feira, Maio 25, 2006

Amor é síntese

Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor

Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braço
E eu serei perfeito amor.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 11:01 PM

Terça-feira, Agosto 16, 2005

Assumo meu erro. Depois de muito pensar a respeito do que fazer com esse blog descobri que estou conduzindo-o de uma forma errada há muito tempo, contrária do que eu pretendia e, sem querer, acabei caindo no que eu visava fugir. Portanto, a partir de agora recriarei-o aos poucos. Pode ser tão sutil que seja imperceptível, mas me ajudará bastante.

Passei a última hora, contada no relógio, com um sentimento tão forte dentro de mim que parecia como se fosse um bicho, uma coisa viva. Até quando o que sentimos pode ser considerado vivo? Não me importa que não possa ser, o que importa é o que pareceu para mim, trasncendente a qualquer outra análise.

Também penso que por mais que seja tentada, se eu tivesse um botãozinho vermelho, fácil e indolor para apertar e acabar com todo esse sofriemnto, eu não o faria. E é bem provável que se tal botão tão agradável existisse, muito poucas pessoas o apertariam em um momento de sanidade... Essa talvez seja uma semente para o suicídio, que ocasiona dela mais valores de vida do que morte.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 7:31 PM

Quarta-feira, Junho 29, 2005

Há coisas que atrapalham as vidas das pessoas, porque elas tem uma pontinha aguda que toca em alguma coisa dentro de nós. A culpa, a consciência, a moral, a fé... tudo isso é muito sensível a estímulos exteriores que podem facilmente abalar qualquer tipo de pensamento, como esse, não fundamentado. Os sonhos também são sensíveis e podem ser facilmente destruídos, mesmo que não queiramos.

O que pesa mais? O peso da verdade que carrega a culpa ou da ilusão que vem com o sonho? O que é pior?

São essas minhas perguntas que foram brilhante e verdadeiramente respondidas hoje com uma extrema sensibilidade:

"eu digo isso porque a culpa você pode se perdoar dela, os sonhos não"

E não é que é verdade? Os sonhos podem ser as melhores e as mais cruéis coisas que o cérebro humano pode produzir, e, mesmo assim, é algo sem o qual não se pode viver. O sonho é amigo das frustrações mas é também a única esperança de felicidade, mesmo se tal felicidade só se encontre no fato de ter esperança.

Obrigada!

Publicado por MICHIRU KAIOH em 7:13 PM

Segunda-feira, Junho 27, 2005

Essa é a primeira análise (de muitas que virão) que eu fiz na minha vida... não consultei nada, biografías, críticas, além do citado, portanto, tenham paciência.

Exercício de análise e uma breve interpretação do poema "Destruição"


Destruição
1 Os amantes se amam cruelmente
2 e com se amarem tanto não se vêem.
3 Um se beija no outro, refletido,
4 Dois amantes que são? Dois inimigos.

5 Amantes são meninos estragados
6 pelo mimo de amar: e não percebem
7 quanto se pulverizam no enlaçar-se,
8 e como o que era mundo volve a nada.

9 Nada, ninguém. Amor, puro fantasma
10 que os passeia de leve, assim a cobra
11 se imprime na lembrança de seu trilho.

12 E eles quedam mordidos para sempre.
13 Deixaram de existir, mas o existido
14 continua a doer eternamente.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Lição de Coisas. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Ed.,1962. pp.45.)


O poema "Destruição" de Carlos Drummond de Andrade, que foi publicado em seu livro Lição de Coisas pela primeira vez em 1962 , é um poema que fala de amor. Na verdade, o modo com que esse assunto é tratado é bem peculiar, pode-se observar isso simplesmente olhando para o título, mas para a compreensão completa e fundamentada dele é necessário o estudo integral que será abordado mais adiante.

Pode-se identificar o poema como um soneto italiano, pois é formado por dois quartetos seguidos de dois tercetos, o modo clássico de se construir essa forma fixa seria rimar, porém esse não é o caso de grande parte da poesia da modernidade. Segundo Manuel Bandeira em "A Versificação em Língua Portuguesa" (Delta Larousse, 1960) os poetas modernos tomaram liberdade quanto ao sistema de rimas e é isso que se vê acontecer, pois, no caso, o poema possui rima branca.

A característica do soneto tradicional que é mantida pelo o poeta é a métrica, feita em versos decassílabos. Em todo o poema, a sexta sílaba tônica é fortemente acentuada, aumentando, assim, o ritmo.

O apelo sonoro que pode ser encontrado é a repetição excessiva e proposital dos fonemas /m/ e /n/. Pode-se usar o exemplo da "com" (v. 2), que poderia ser substituída perfeitamente pela preposição "por" e seu significado seria mantido, acontece que o poeta não optou por ela, pois quebraria a linguagem poética e o "com", por ter o fonema /m/, mantém o soneto em harmonia. Portanto, a métrica e a aliteração dos fonemas fazem com que o os versos não percam o ritmo mesmo que não tenham rimas finais. Isso é o que sustenta a sonoridade do poema e dá a ele um aspecto fechado e pesado, ajudando, assim, no sentido geral da poesia. Inclusive, as palavras que finalizam o primeiro e o último verso possuem a terminação em "- mente " mostram que, além do significado que remete a algo contínuo, são fundamentais para a atmosfera do poema.

Entretanto, este não é um soneto que apela exclusivamente para o som, já que pode-se claramente notar que os versos invocam, fundamentalmente, a imaginação visual do leitor e têm, portanto, um caráter fanopéico. Apesar disso, não deve ser ignorada a constante presença do som sibilante nos seguintes versos:

10 que os passeia de leve, assim a cobra

11 se imprime na lembrança de seu trilho.

Além de ser centrado na forma poética, baseando-se na definição de Jakobson (Lingüística e Comunicação,1969), o soneto também possui características de outra função, a emotiva. Mesmo que o poema esteja em terceira pessoa é inegável a forte presença de um "Eu" e de outras características típicas dessa função, como o tempo verbal. Os verbos no presente indicam o lirismo da poesia e a subjetividade. Anatol Rosenfeld em O teatro épico (1965) afirma:

"Este caráter do imediato, que se manifesta na voz do presente, não é, porém, o de uma atualidade que se processa e distende através do tempo (como na Dramática) mas de um momento ¿eterno¿ (...) permanecendo à margem e acima do fluir do tempo, como um momento inalterável como presença intemporal." (p. 12)

É claro que há exceções. Pode ser constatado, por exemplo, no segundo verso da última estrofe, em que o poeta escreve o verbo "deixar" no pretérito perfeito do indicativo. Isso tem uma explicação: Drummond é um poeta que trabalha freqüentemente em suas poesias a presença de elementos de oposição e, portanto, essa conjugação verbal foi planejada de forma que possa acontecer uma antítese com o restante do poema.

13 Deixaram de existir, mas o existido
14 continua a doer eternamente.

Observa-se então que o verbo "deixaram" se opõe a palavras como "continua" e "eternamente". Outras oposições interessantes acontecem nesse trecho; é o caso do particípio de existir que se transforma em um substantivo e é, no contexto, relacionado ao conceito de eternidade. Essas contraposições podem ser sentidas desde o começo do poema, já que, nessa poesia, todas as palavras possuem muita importância, tanto para a musicalidade quanto para o sentido. Logo no primeiro verso há a antítese presente em "amar cruelmente"(v.1).

Outra figura de linguagem que foi muito presente ao fazer a análise é a metáfora, que ocorre diversas vezes durante o poema. O amor é comparado a fantasma(v. 9) e os amantes a meninos(v.5). Quando no amor não existe a preocupação e o cuidado altruísta, os amantes podem ser comparados a meninos mimados que querem ter seus desejos realizados por vaidade própria, como se pode ver nos versos seguintes:

5 Amantes são meninos estragados
6 pelo mimo de amar: e não percebem

A presença, também, da cobra que "se imprime na lembrança de seu trilho" (v. 11) é metafórico e traz o aspecto da tentação e da maldade que se encaixa perfeitamente com a destruição natural e original da paixão. É por isso que os amantes quedam mordidos (v.12) por analogia à serpente - ou à cobra - da tentação. Deve ser lembrado que, anteriormente, ao analisar a sonoridade da poesia, esse trecho apresentou a aliteração de sons sibilantes que acompanham a idéia do ofídio.

O verso "e como o que era mundo volve a nada." (v.8) exprime o sentimento que parecia tão grandioso e sublime mas não tem consistência para sobreviver e se esvai no nada.

Nota-se, nesse poema, uma necessária progressão semântica que tem o seu final brilhante culminando nos últimos versos do poema, em que o desfecho pode ser visto como uma conclusão sobre o que sobra deste tipo de amor: uma dor eterna.

Muitos poemas de Drummond enfocam esse sentimento com uma perspectiva da dor e da amargura, como "Amar-amaro", título de um de seus poemas. Em "Destruição", o amor é visto como uma arena onde são resolvidas projeções pessoais e questões internas que acabaram se confundindo com o verdadeiro bem-querer, transformando os amantes em adversários que tem seus egos pulverizados e confundidos. Essas projeções fazem com que os amantes se vejam um no outro, como se estivessem em um espelho, e, por verem a si mesmos, sentem ódio e amor já que podem enxergar o melhor e o pior que existe dentro de si.

Os sentimentos citados acima são reflexos dos antagonismos internos e é por isso que, no primeiro verso, o amor se contrapõe à crueldade. Isso impede que se veja o verdadeiro amado e inibe a realidade escondida no outro.

As lembranças desse amor são a maldade simbolizada pela cobra, marcas que, segundo o poeta, doerão eternamente.

Bibliografia:

BANDEIRA, Manuel. "A versificação em língua portuguesa". In: Seleta de Prosa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1997. pp. 547-548.
JAKOBSON, Roman. "Lingüística e poética". In: Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix. 1969.
ROSENFELD, Anatol. O teatro épico. São Paulo: São Paulo Ed., 1965. pp.12.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 7:07 PM

Sexta-feira, Junho 24, 2005

Em São Paulo, não é difícil de se ver pessoas andando sozinhas. Eu, que sempre costumo sair por aí sozinha a observar pessoas vejo que a solidão do paulistanos é tão assustadora que, para se enganar, eles não desgrudam o celular do ouvido... todos, quase, para lá e para cá.

O tema da solidão/multidão é algo muito mais antigo do que essa "modernidade" atual, mesmo assim isso impera com o disfarce da pseudo-companhia e da agilidade.

Então, porque é tão assustador estar em companhia de si mesmo? A resposta é fácil mas isso não significa que eu concorde com ela. Estar sozinho implica pensar, começar um monólogo interior que pode resultar em descobertas nem sempre agradáveis, e isso não convém, pois não vivemos em uma sociedade que usa o raciocínio ao seu favor.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 12:29 PM

Segunda-feira, Junho 13, 2005

Pacto

Sinto que, para mim, o amor não é nada além de um pacto. Ultimamente venho me questionando sobre as origens do amor entre as pessoas e vejo que o que se diz sobre ele não corresponde à, pelo menos, o que eu penso. Talvez, o que se mostra nos filmes é uma projeção de uma parte desse sentimento; há algo por trás.

Escondido atrás do romantismo e todo tipo de loucura deve estar o compromisso que, por considerá-lo um pouco mais forte, chamo de pacto. Ele, entre duas pessoas corresponde a um sentimento de devoção, intransponível pelo tempo. Quando uma pessoa, ao menos, aceita isso profundamente, ocorre, então, o casamento, cujo valor é muito mais alto do que aquele feito de véu e grinalda. Falo aqui de um casamento que é a aceitação de um compromisso inadiável, o pacto em si. A moral, possivelmente, influi no compromisso. Não o caráter, mas a moral, já que assim que aceito tão importante pacto, ela não permita voltar atrás, nunca.

Não digo que o principal do amor esteja construído nesses princípios, mas o que vale a pena do ato de amar seja isso.

O pacto é o que faz as pessoas nunca deixarem de amar, sendo ou não sinceros com si mesmos. Esta minha abstração está incompreensível!!

Publicado por MICHIRU KAIOH em 7:23 PM

Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005

Reflexão sobre a Morte

Penso, às vezes, que o pior não é morrer, já que é apenas uma desistência, podendo ser considerada uma benção. Isto não é ter medo da morte. O que temo são os momentos antes do fato, a sensação de desvanecer, o desespero de acabar.

Nenhum corpo quer morrer, por isso toda a morte é dolorosa; e ainda inevitável, como o ato de precisar respirar.

Morrer dói? E se não dói, dói na alma. O sofrimento causa medo, portanto, no fim, tudo não termina bem, ao contrário da crença popular... não é questão de ser pessimista.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 6:30 PM

Terça-feira, Fevereiro 08, 2005

A alegria geralmente acontece quando nosso consciente começa a sentir a tragédia próxima e dura apenas por uns momentos, que tentamos prolongar o máximo possível para negar a aproximação. É horrível ver as horas se transformarem em dias que, mesmo longos e angustiantes, preferímos a encarar outra coisa.... coisa pior. Até que ponto é possível viver assim para evitar assumir o quase-inevitável? É a esperança de aguardar e quem sabe mudar o resultado final.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 10:35 PM

Terça-feira, Janeiro 04, 2005

A Verdade existe dentro do ser, aberta a qualquer tipo de consulta e negada arduamente por quem a encontra. Devem ser duras demais essas Verdades (ou será uma só?) do nosso subconsciente, talvez seja por isso que no mundo não há nenhum só exemplo delas.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 7:07 PM

Sexta-feira, Dezembro 24, 2004

Eu gosto do Natal. Gostar do Natal é sempre uma decepção por causa da quantidade de expectativas... quem não gosta, acaba se dando melhor pois as chances de se surpreender são maiores e não há o risco de se decepcionar.

Feliz Natal!

Publicado por MICHIRU KAIOH em 1:53 PM

Terça-feira, Dezembro 21, 2004

Tenho impressão que a tecnologia anda surgindo com a intenção de nos fazer parar de pensar porque causa uma distração imensa que é até difícil fugir, mesmo quando se sabe que está sendo distraído por um chip qualquer. Será que essa é a intenção daqueles que produzem? Será que no século onde a religião já não controla mais nada, isso irá reinar?

Não estou dizendo que a tecnologia é inútil, ao contrário, mas é preciso lutar pela consciência.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 6:56 PM

Notas sobre as pessoas - Parte I

Tive um grande choque quando percebi, meses atrás, que as pessoas são "gente". Não sei o que há de diferente no individualismo moderno que nos faz ter a impressão que o nosso "eu" existe e tudo o mais são corpos andantes. Essa impressão vai e vem... tentei dividir em três estágios:

Primeiro enxerga-se as pessoas ao lado, travadas, todas, em seus próprios problemas. Depois disso, passa-se a conhecer as pessoas um pouco, notar que todas têm uma vida que não deve ser ignorada... e, às vezes, essas mesmas estão numa mesma situação que você. Até aí, achei praticamente compreensível..... Mas por que será que quando conhecemos essas pessoas um pouco mais a fundo, no que chamo de terceira etapa, notamos que são todos praticamente desprezíveis? Preciso conhecer a quarta etapa; não é possível que tudo acabe como começou.

Publicado por MICHIRU KAIOH em 12:21 AM